

Fazemos parte da natureza logo nunca a podemos destruir
Como poderemos viver em harmonia com a natureza se a todo momento estamos a destruí-la? As cidades modernas são um exemplo disso. Na América, China, Europa, África, Oceânia, Ásia e em todo o mundo, nevoeiros terríveis formados por gases tóxicos aparecem cada vez com mais frequência, prejudicando a respiração de todos os seres vivos. Além disso, a temperatura ambiente continua a elevar-se, o mar aquece e inunda muitas áreas de terra, o gelo derrete e destrói montanhas, deixando-as desoladas, e os glaciares estão desaparecendo.
Essas mudanças são a reação da natureza aos desvios e atentados do Homem, que contribui para isso há milhares de anos. A industrialização, em especial a partir do século XIX, intensificou negativamente essa influência, e desde então a destruição continuou inabalável.
O Homem tem sido sempre o principal predador, sem nunca parar ou atenuar seu contínuo desequilíbrio em relação à Natureza. Precisamos mudar essa abordagem se quisermos sobreviver. Se não pararmos, corremos o risco de desaparecer.
Temos de continuar a avançar para descobrir o muito que nos falta conhecer
Chegamos ao século XXI e nos vemos confrontados com desafios desesperadores relacionados a nós mesmos e à Natureza. Não podemos continuar assim. O planeta pode estar caminhando rapidamente para um colapso total, e precisamos interromper as guerras e a destruição que ameaçam nossa própria existência. Há ainda muito que desconhecemos e que é fundamental para todos nós.
Neste ponto, é crucial que paremos e pensemos no melhor caminho a seguir. Devemos encontrar as ferramentas mentais que funcionem efetivamente. A chave está em reconhecer a unidade entre o Cosmos exterior e o Cosmos interior, para que a dualidade possa se tornar a grande salvadora da humanidade.
Este site representa mais de 60 anos de investigação
Quando em 1958, aos cerca de 20 anos de idade, tive a minha primeira experiência com um Óvni no céu da rua dos Capuchinhos no Ameal, estava longe de imaginar como isso moldaria o curso da minha vida . Desde então, empenhei-me em despertar o interesse pelo fenômeno dos óvnis nas pessoas com quem convivia e ingressei em grupos que estudavam esse mistério.
Embora tenha tido muitos outros casos não consegui fazer com que as pessoas acreditassem, mesmo aquelas que testemunharam esses avistamentos comigo. Meus familiares também presenciaram, porém hesitaram em aceitar, sempre permanecendo na dúvida. Eles precisavam de também ter as mesmas experiências.
Escrevi livros em papel e em PDF, e à medida que isso acontecia, comecei a enxergar a situação de forma diferente. Acreditei que esses supostos Óvnis estavam tentando transmitir uma mensagem importante, algo que eu precisava de descobrir. Compartilhei minha convicção com outros estudiosos do mesmo fenômeno, mas não consegui obter ajuda, pois eles estavam apenas inclinados à ideia de uma origem extraterrestre. A minha convicção era muito diferente. Acreditei que "Eles" éramos, imaginem, NÓS mesmos. Precisávamos de admitir que nosso corpo morria, mas apenas ele, pois nossa inteligência continuava viva. Quando chegávamos ao fim de nossa existência corporal, mudávamos deste Cosmos-exterior para o Cosmos-interior, onde iniciaríamos uma outra vida rumo ao infinito.
No Cosmos-exterior, estamos apenas realizando uma experiência de vida durante um tempo limitado. O máximo que poderíamos viver seria 100, 115 ou alguns poucos anos mais. Algumas religiões afirmam que no fim desse período tínhamos uma espécie de julgamento. Caso estivéssemos preparados para o Cosmos-interior entraríamos caso contrário, faríamos uma nova experiência aqui na Terra ou em qualquer outro planeta deste ou de outro universo.
Os que alcançavam o Cosmos-interior tinham outras missões a cumprir. Uma delas era acompanhar a vida que continuava a ocorrer no Cosmos-exterior. Eles aparecem nos céus e observavam o que se passava aqui. Sabem o que observam pois muitos vieram também daqui. Eram os chamados Anjos da Guarda, que sempre tentavam ajudar seus amigos que um dia enfrentariam o julgamento que poderia significar a entrada para o Cosmos-interior.
Conheci o pensamento de alguns cientistas (como C. Carl Jung) que tiveram a ousadia de escrever livros afirmando que os chamados Óvnis eram produtos do inconsciente do Homem. Não consegui pensar noutra coisa a não ser na urgência de tentar convencer minhas irmãs e irmãos de que estamos enfrentando uma situação difícil.
Sempre me dediquei a este assunto que marcou profundamente o rumo da minha vida. Não sei se devo esforçar-me para evitar um fim que devemos evitar a todo custo. Sei, porém, que toda a gente está protegida. Que quando isso acontecer o corpo morre, mas o pensamento não."